Pedra na vesícula: 5 sinais de alerta que você não deve ignorar

A vesícula biliar é um pequeno órgão em forma de bolsa que atua como reservatório da bile, substância essencial para a digestão das gorduras. Os cálculos biliares, popularmente conhecidos como pedras na vesícula, surgem quando há um desequilíbrio nos componentes da bile, principalmente colesterol e sais de cálcio. Essas formações podem provocar inflamação e causar dores intensas.

É importante destacar que muitas pessoas com pedras na vesícula não apresentam sintomas. Em vários casos, os cálculos permanecem silenciosos ou são tão pequenos que podem ser eliminados sem que o paciente perceba. Ainda assim, alguns sinais merecem atenção. Confira cinco sintomas que não devem ser ignorados:

1 – Dor abdominal
Dor súbita e intensa no lado direito do abdômen, logo abaixo das costelas, geralmente após as refeições. Alimentos gordurosos estimulam a contração da vesícula, o que pode intensificar a chamada cólica biliar — uma dor frequentemente associada à alimentação.

2 – Diarreia após ingerir gorduras
A bile ajuda na digestão das gorduras. Quando sua liberação é prejudicada pela presença de cálculos, o organismo pode ter dificuldade em processar alimentos gordurosos, levando a episódios de diarreia após as refeições.

3 – Alterações na cor das fezes e da urina
Fezes muito claras ou acinzentadas e urina excessivamente clara podem indicar redução do fluxo de bile. Esse é um sinal clássico de que algo pode não estar funcionando adequadamente no sistema biliar.

4 – Gases e inchaço abdominal
Embora gases sejam comuns, o excesso persistente, acompanhado de sensação de inchaço abdominal e arrotos frequentes, pode estar relacionado a distúrbios digestivos, incluindo problemas na vesícula.

5 – Icterícia
O amarelamento da pele e dos olhos ocorre quando há acúmulo de bilirrubina no sangue. Em alguns casos, cálculos biliares podem obstruir os ductos biliares, provocando esse sintoma, que requer avaliação médica imediata.

Ao notar qualquer um desses sinais, especialmente de forma recorrente ou intensa, é fundamental procurar orientação médica. O diagnóstico precoce pode evitar complicações e garantir o tratamento adequado.

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