Dor nos joelhos pode indicar doença grave; atenção aos sinais

A dor no joelho é uma das queixas mais frequentes entre adultos ativos, especialmente entre pessoas que praticam corrida, futebol, crossfit, musculação e outros esportes de impacto. Embora muitas dores sejam passageiras e relacionadas ao esforço físico, algumas podem indicar lesões que exigem atenção médica. Saber identificar quando a dor representa um sinal de alerta, quais exames ajudam no diagnóstico e quando buscar avaliação especializada é fundamental para retomar as atividades com segurança.

Neste guia completo, você confere as principais causas da dor no joelho, os sinais que merecem investigação, os exames mais indicados e como o Hospital Mãe de Deus, referência em Traumatologia, Ortopedia e Diagnóstico por Imagem em Porto Alegre, pode auxiliar em todas as etapas do cuidado.

O que é a dor no joelho e por que ela é tão comum?

O joelho é uma das articulações mais exigidas do corpo humano. Ele sustenta o peso corporal, absorve impactos e permite movimentos essenciais como correr, pular, agachar e mudar de direção. Por isso, desconfortos leves podem surgir após treinos intensos ou mudanças na rotina de exercícios.

No entanto, a dor também pode estar relacionada à sobrecarga repetitiva, microlesões que passam despercebidas ou alterações estruturais que se desenvolvem com o tempo. Entre as situações mais comuns, a dor pode aparecer:

  • ao subir ou descer escadas;

  • ao flexionar o joelho;

  • durante caminhadas longas;

  • na região interna, externa, anterior ou posterior do joelho.

Como diversas estruturas podem estar envolvidas — ligamentos, meniscos, cartilagem, tendões, músculos e ossos — apenas uma avaliação adequada permite identificar a causa real do problema.

Principais causas de dor no joelho

Existem várias condições que podem provocar dor no joelho. A seguir, destacamos as mais frequentes em adultos ativos, lembrando que o diagnóstico definitivo deve ser feito por um ortopedista.

Dor no joelho ao dobrar, agachar ou subir escadas

Esse tipo de dor surge quando a articulação é exigida em flexão. As causas mais comuns incluem:

  • sobrecarga da cartilagem anterior do joelho;

  • tendinites associadas a movimentos repetitivos;

  • alterações no alinhamento da articulação;

  • irritação de estruturas internas do joelho.

Quando a dor se torna recorrente, limita os treinos ou interfere nas atividades do dia a dia, é essencial buscar avaliação médica.

Dor na parte interna ou atrás do joelho: o que pode significar?

A dor na região interna do joelho é uma das mais relatadas e pode estar associada a lesões do menisco medial, desgaste da cartilagem ou inflamação de tendões. Já a dor atrás do joelho, em muitos casos, está relacionada à sobrecarga muscular ou tendínea, mas também pode indicar cistos ou processos inflamatórios.

Atenção especial deve ser dada quando surgem sinais como inchaço, rigidez ou dificuldade para estender completamente o joelho.

Joelho inchado, quente ou travando: quando investigar?

O inchaço geralmente indica inflamação dentro da articulação e pode ser consequência de:

  • entorses durante atividades esportivas;

  • esforço repetitivo;

  • impacto direto;

  • inflamações articulares.

Vermelhidão, calor local e aumento rápido do volume do joelho exigem avaliação médica. A sensação de “travamento” ao movimentar a articulação também é um sinal de alerta, pois pode indicar alterações internas que precisam ser investigadas.

Artrose no joelho: quando o desgaste é a causa da dor

A artrose no joelho é uma causa comum de dor, especialmente em adultos com histórico de sobrecarga articular, prática esportiva intensa, excesso de peso ou desalinhamento das pernas. Trata-se de um desgaste progressivo da cartilagem, que reduz o amortecimento natural da articulação e aumenta o atrito entre os ossos.

Os sintomas mais frequentes incluem dor ao caminhar, rigidez ao acordar e redução da mobilidade. Embora não exista cura, é possível controlar a dor e preservar a qualidade de vida com estratégias adequadas.

No Hospital Mãe de Deus, pacientes com artrose avançada e perda funcional significativa podem ser avaliados para tratamentos modernos, como a cirurgia robótica assistida pelo robô CORI. Essa tecnologia permite maior precisão no preparo da articulação, melhor alinhamento dos implantes, preservação de estruturas saudáveis e potencial recuperação mais confortável.

Dor no joelho: quando é sinal de alerta e hora de procurar um médico?

Nem toda dor no joelho é grave, mas alguns sinais indicam a necessidade de avaliação imediata:

  • dor intensa que dificulta ou impede apoiar a perna;

  • sensação de instabilidade ou falseio;

  • inchaço importante em poucas horas;

  • dor após trauma ou queda;

  • febre associada à dor no joelho;

  • dor persistente ao caminhar;

  • piora progressiva mesmo com repouso;

  • travamento da articulação;

  • dificuldade para dobrar ou estender o joelho.

Na presença de um ou mais desses sintomas, o ideal é agendar consulta com um ortopedista.

Quais exames ajudam no diagnóstico da dor no joelho?

Exame físico: o primeiro passo

A avaliação começa com o exame físico, no qual o médico analisa:

  • mobilidade da articulação;

  • presença de inchaço;

  • sensibilidade local;

  • estabilidade ligamentar;

  • força muscular;

  • pontos específicos de dor.

Esse exame orienta a necessidade de exames complementares.

Exames de imagem mais utilizados

De acordo com o quadro clínico, podem ser solicitados:

  • Raio X: avalia ossos, alinhamento e sinais de desgaste;

  • Ressonância magnética: ideal para identificar lesões em meniscos, ligamentos e cartilagem;

  • Ultrassom: útil para avaliar tendões, bursas e inflamações superficiais;

  • Tomografia: indicada para análise óssea detalhada, especialmente após traumas.

Como o Hospital Mãe de Deus realiza o diagnóstico da dor no joelho

O Hospital Mãe de Deus oferece:

  • equipe especializada em joelho e lesões esportivas;

  • exames de imagem completos no mesmo local;

  • tecnologia avançada para diagnóstico preciso;

  • agilidade no agendamento de consultas e exames;

  • cuidado integrado desde a avaliação até a reabilitação.

Tratamentos e próximos passos após o diagnóstico

O tratamento depende da causa identificada e, na maioria dos casos, não envolve cirurgia. As abordagens mais comuns incluem:

  • ajustes no treino e retorno gradual às atividades;

  • fisioterapia para analgesia, fortalecimento e estabilidade;

  • controle da dor e inflamação;

  • acompanhamento para prevenção de novas lesões;

  • procedimentos minimamente invasivos, quando indicados.

Em casos de artrose avançada, pode-se discutir cirurgia. O robô CORI, utilizado no Hospital Mãe de Deus, permite mapeamento em tempo real da articulação, cortes mais precisos e posicionamento ideal dos implantes, favorecendo recuperação funcional mais rápida e segura.

Aviso: Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação médica.

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