Batata-doce: descubra como ela pode auxiliar no alívio da gastrite, do refluxo e da azia

O estômago é o órgão que conecta o esôfago ao duodeno e desempenha um papel essencial na digestão. Nele, os alimentos entram em contato com o ácido clorídrico, substância fundamental para quebrar os nutrientes. Ainda assim, desconfortos nessa região são bastante comuns.

Segundo um estudo realizado pela Universidade Católica de Pelotas, no Rio Grande do Sul, aproximadamente 44% da população relata sintomas como azia, inchaço abdominal, dores e refluxo.

Diversas condições podem estar associadas a esses sinais, mas aqui vamos abordar três das mais frequentes: gastrite, refluxo e azia.

A gastrite corresponde à inflamação ou irritação do revestimento do estômago. Pode se manifestar de forma aguda, com curta duração, ou crônica, persistindo por meses ou anos. Entre as causas mais comuns está o enfraquecimento da barreira mucosa que protege a parede estomacal, permitindo que os sucos digestivos irritem o tecido.

O refluxo gastroesofágico ocorre quando o conteúdo do estômago retorna ao esôfago, levando junto o ácido gástrico. Esse quadro costuma surgir após o consumo excessivo de alimentos gordurosos ou de itens que favorecem a irritação, como cafeína, chocolate, molhos à base de tomate e cebola.

Já a azia é caracterizada pela sensação de queimação na região do peito, causada pela subida do ácido pelo esôfago. Ela pode ocorrer de forma ocasional ou frequente, especialmente quando há relaxamento das válvulas que impedem o retorno do conteúdo gástrico.

Quando esses sintomas passam a afetar a qualidade de vida, é importante buscar orientação médica. Muitas pessoas recorrem a medicamentos, mas alguns hábitos e alternativas naturais podem auxiliar no alívio do desconforto.

A batata-doce, por exemplo, é um alimento rico em fibras, vitaminas e minerais. Seu consumo está associado ao bom funcionamento digestivo, à sensação de saciedade e ao fornecimento gradual de energia.

Uma preparação simples pode ser feita batendo a batata-doce descascada com água filtrada, coando o líquido e utilizando o polvilho formado após o descanso. Tradicionalmente, ele é diluído em água antes das refeições.

Vale lembrar: conteúdos sobre tratamentos caseiros têm caráter informativo e não substituem avaliação médica. Consulte sempre um profissional de saúde.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *